“Eu quero te ver, do lado de lá dessa mascara, eu quero/ eu quero te ver, do lado de cá desse espelho, eu quero/ eu quero fazer, com você uma cena, um ato, eu quero querer e eu quero lhe ver!
Eu quero dizer sorrindo, chorando, dizendo, cantando, que eu quero você/ sorrindo, chorando, dizendo, cantando, pra gente fazer, neste palco da vida sentido da vida valer/ e eu quero viver!
Eu vou lhe procurar, num intervalo entre o passado e o futuro e pra gente se amar, e não vai recuar, deixe de lado esse medo idiota e vamos ensaiar… Porque eu quero ganhar, um papel importante em sua vida pra interpretar e eu não vou me calar, a vida continua e esse show nunca pode parar.
Quando a gente tem, a alma solta, leve e louca num vai vem, e uma estrela guia livre a iluminar que nos faz amar, fazer versos e cantar e a gente faz, um violão fazer canções, e não poder mais, e quanto mais verões verão eu me perverter, musas me render, e em canções eu me confessar. Fiz ! Mais uma canção que não sabe o que diz… Mas! O que importa é um pouco daquilo que eu quis é ser feliz! Hei! Passa aquele filme que eu já ensaiei… Hei! Passa aquele filme que eu já interpretei /Hei!
Quem sabe dessa vez o final vai ser feliz! Porque eu quero ganhar, um papel importante em sua vida pra interpretar. E eu não vou me calar, a vida continua e esse show nunca pode parar.
É final de festa, é final de ato, é final de espetáculo, a vida sempre foi e será assim, é final de festa, é começo de vida é hora de colocar, tudo por escrito o que aconteceu aqui depois de nossas mãos, não tem lugar marcado o filme já passado a vida que pedi a deus.
Pois Ele sim… Fez mil maravilhas em mim pois Ele sim… que deixou seu filho, que deu a sua vida pra ser crucificado.
É final de festa, é final de ato é final de espetáculo, pois o show não pode parar e é preciso amar…”